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Quando a frota começa a eletrificar, quando o condomínio libera vagas com recarga, ou quando um posto quer virar ponto de parada real, "ter um carregador" deixa de ser detalhe e vira infraestrutura.
A lógica muda: você não está comprando só um equipamento, você está desenhando uma operação de recarga que precisa ser rápida, confiável e segura, com potência adequada e controle de acesso para não virar bagunça (ou dor de cabeça no quadro elétrico).
O primeiro passo é entender o contexto de uso, porque ele puxa potência, instalação e até o formato físico da estação. A própria linha WEMOB nasce pensando em cenários bem diferentes, indo de residências a condomínios e estacionamentos compartilhados, passando por frotistas e eletropostos, até chegar em rodovias com recargas rápidas e ultrarrápidas.
Em ambiente residencial e condominial, o jogo costuma ser: instalação simples, operação previsível e acesso sem fricção. A estação WALL, por exemplo, foi pensada para uso interno ou externo (IP65) em garagem ou estacionamento, com opção de fixação em parede ou pedestal, medição de energia e conectividade via Wi-Fi.
Já em estacionamentos públicos e privados, a demanda tende a ser compartilhada: mais gente, mais rotatividade e, muitas vezes, cobrança. A PARKING entra nesse cenário com versões que chegam a uma saída de até 45 kW ou duas saídas de até 23 kW, além de opções de conectividade (como 4G, Ethernet ou Wi-Fi, conforme modelo) e controle de acesso.
Na ponta de rodovias e estações de serviço, o requisito é outro: reduzir tempo de parada. A STATION aparece como solução para recargas rápidas e ultrarrápidas, com flexibilidade de potência que pode chegar a 240 kW e várias opções de padrões de plugues, além de conectividade e recursos de segurança do painel e proteções elétricas incluídas.
Potência não é só número bonito. Ela depende do que a infraestrutura elétrica entrega e de como o uso acontece no dia a dia. O catálogo deixa isso claro ao observar que a potência de saída varia com tensão e corrente disponíveis na instalação. Por isso, a especificação precisa casar três variáveis: o tempo de recarga aceitável, o tipo de veículo/conector e a capacidade da rede no local.
No lado do conector, vale prestar atenção em compatibilidade e facilidade de uso. Há modelos com Tipo 1, Tipo 2 e também opções que citam NACS; e, em corrente contínua, aparecem combinações como CCS-1/CCS-2 (e outros sob consulta). Em projetos de uso compartilhado, outro ponto que evita dor de cabeça é o controle de acesso: há menção a RFID, aplicativo e software de gestão, o que ajuda a organizar quem pode carregar, quando e como.
E se a operação exigir governança mesmo, dá para ir além do "equipamento instalado": há um módulo de Smart Charging System descrito como capaz de controlar a potência máxima disponível por estação conectada na rede, com modos estático e dinâmico para manter o consumo dentro do limite e otimizar a infraestrutura.
Conte com a Watertec para tirar a recarga do improviso
Se o seu cenário é residência, condomínio, estacionamento compartilhado ou recarga em rota, o caminho mais seguro é especificar as estações de recarga para veículos elétricos com base no uso real e na infraestrutura disponível, já prevendo conectividade, medição e controle de acesso. A Watertec pode te ajudar a traduzir isso em uma solução bem definida, com escopo claro e decisão técnica que não depende de "vamos ver na obra".